quinta-feira, 27 de março de 2014

Coelhinho 6

Ovos de páscoa para gêmeas são uma gemada!

Faroberto

Coelhinho 5

O sonho da Márcia na páscoa é uma ovação!

Faroberto


Coelhinho 4

Para Fábio na páscoa ovo uma ova!

Faroberto

Coelhinho 3

Leandro quer tudo nOvo.

Faroberto

Coelhinho 2

O Jairo quer os ovos do Fábio.

Faroberto

Coelhinho

André Aguirra quer bolovos de páscoa.

Faroberto

Cu-ticuti

Ora, André, não seja fútil
Entenda essa paixão maluca
Um amor tão cuticúti
Um beija o pé, o outro a nuca

Um amor sabor tutifrúti
Que assopra quando machuca
Que no corpo deles repercute
E arrepia os pelos da peruca.

Respeite o meu pai, pois bem
E chega de criticar, já basta!
E acima de tudo, também
Respeite o Jairo, meu madrasta!



Aos Invejosos

Leandro com ciúme
André doido de raiva
Não ligo pra queixume
A inveja não me escava

André queria beijo
De língua, não selinho
Leandro de Além Tejo
Camões fazer carinho

Mas Jairo não se dobra
Só mesmo aos Fábios pés
Mas deve haver a sobra
Pro amor dos dois Manés.


Faroberto

Cu-pido (ao casal)

Mesmo suor e sangue
Dos fluidos os mesmos
Caranguejos num mangue
Sem buraco indefesos

De nariz sustenido
Tão carente de amor
Ilude meigo falido
Tão bemol no humor

As sextas tem presente
Dois cigarros, uma breja
Sem o pão, cachorro quente
E um pé que se beija

Um amor esculpido
Esquisito esse cupido
Troca troca de amigo
Beijo do pé ao umbigo

André 

Brothers II

 Falei muito pouco te amo
Muito pouco mesmo
Menos que precisava
Falei muito pouco volto já
Ou se cuida, posso ajudar?
Ajudei muito pouco também
E o tempo não passou em muito tempo
Muito tempo tão rápido
Falei muito pouco te amo
Mas tenho tempo, acho, não mando
Então
Realmente te amo.
Sempre.

Jairo Medeiros 

Quadro quadra (para Jairo & Fábio)

Irmãos há muitos, mas muitos, muuuuitos ânus.
Um, as meninas, outro não divide um bofe.
São bróderes, hermanos, fratellos, manos
E de quatro versos emolduram seu amor numa estrofe.

quarta-feira, 26 de março de 2014

Brothers (Ao Jairo)

Irmãos além de família.
Dois, mas uma quadrilha.
Papos de copos ou copos de papos,
solfejam poesias, costuram farrapos.

Irmãos que nem são e sempre foram.
Não brigam, sorriem quando erram.
Passos, impasses, da vida parceiros.
Olhos atentos mesmo em nevoeiros.

Viajam, cantam, agitam, bebem
o dia e a noite. O futuro descrevem.
Amigos de sinas, esquinas, novalginas.
Só não dividem as suas meninas!


Fábio Roberto

segunda-feira, 24 de março de 2014

A noite

Minha vida agora é a bruxa da noite
agonizando na fogueira do dia.

A manhã

A manhã nublada feito a noiva ansiosa.
Dá azar vê-la antes, por isso é sábio ao boêmio
(mas não sedentário!....)
manter os olhos fechados o máximo possível
numa apneia visual e decisivamente sonolenta.



sábado, 1 de março de 2014

Taverna

Não há mal que sempre dure,
mesmo a vida sendo eterna.
Que o diabo te esconjure
 a alma pene em uma caverna
fria e escura, só murmure:
ainda vou passar-te a perna.
Minha conta? Ah... pendure


Fábio Roberto