sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Troca troca

Você não manda, vai na manha
Faço só o que der na telha
Se não gosta de aranha
O abelhão caiu na teia

Em casa briga e da xilique
Aqui meigo faz poema
Na tua casa é o cacique
Aqui ta mais pra Iracema

Cara brava mulherengo
Na agulha não tem bala
Ta fazendo com o genro
Troca troca de balala

André 

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Ditado virtualmente moderno

Baixado não é roubado.

Renato 1 - 8

Se não acordar Muracama
Se não correr Muracaminha
Se não bater esMurrakami
Se não falar Mudakami
Se jura que vai escrever Juracami
Se jura que vai compor Jairacami
Se põe culpa na chuva Furacami
Se desistiu Chorakami

André

Jairo, o embatível

Na dúvida, bata no Jairo.

André 

Ao Jairo Com Carinho

Jairo está sorrindo descontroladamente
Pensando que não é mais o alvo
Coitadinho, que imprudente,
Continuará a ser zoado até depois de ficar calvo

Mesmo que uma vaca tussa
Mesmo que ela vá pro brejo
Até se uma vaca russa
Dançar frevo e fizer solfejo

Jairo será lembrado em muitas homenagens
Seu cabelo acinzentado
Tantas falas, piadas, bobagens
O nariz avantajado

O cooler que deu pro Carlão
O churrasco imbatível
O ciúme do Dr. Zelão
O choro parar, impossível

Pode vir o Murakami
Ir embora a Marili
Garantimos ao Jairo vexame
Pessoalmente ou aqui


Faroberto

Renato, o japonês

Será que ao entrar neste blog ele virou Murakamikase?


Faroberto

CIÚME

Crianças controlem o ciúme
Essa agressividade patética
Que assistiram num filme
Aquele de baixa estética

As palavras estão sofrendo
Com o veneno destilado
Eu não ligo nem me ofendo
Com verso atoleimado

Eu defendo quem eu quiser
Marciano, criança ou mulher
Não adianta fazerem beicinho

André volte pro bercinho
Leandro a ser anjinho
E obedeçam ao que eu disser


Faroberto

Retrato Muquirana

É só olhar que eu noto
Você tem cara de foto
De silêncio congelado.
Não fala, nem balbucia
Nem prosa nem poesia
Gosta é de ser falado...

Fica aí fazendo pose,
Mas basta dar um close
Pra ver-te a expressão leviana.
Não fode nem sai de cima
Não metrifica nem faz rima
Mas que Retrato Muquirana...

Binho

Eu também achei estranho
Que ao genro está amando
Antes bravo hoje risonho
O leão está miando

Murakami costas quente
Frente ao ocorrido disto
Não se anime, troque a lente
Tem nas costas hérnia de disco

Faroberto sem respeito
O que fez agora feito
De tão meigo assina Binho

Vira teta o que era peito
O casal agora eleito
Murakami e seu sogrinho

André 

Sogrão-amigão!

Não sei porque está tão tenro,
Tão mole com esse novato...
Se apaixonou pelo genro?
Esse aí, tal de Renato?

Eras, outrora tão ogro,
Como um ataque de enxame.
Agora posa de sogro,
Faz carinho em Murakami...

Hipócrita! Traidor! Insano!
Que vergonha... um sãopaulino
Defender corintiano...

Derretido igual manteiga
Teu verso, outrora ferino,
Agora: poesia meiga...

Merda Pra Vocês

Amigos apaguem o facho
Nada de tripudiar
Sabem o que eu acho?
Murakami pode adiar

Que seja ele bem vindo
Assando um pão poema
Trilhas virão tinindo
Certamente valerá a pena

E nem será de uma galinha
A pena apenas performática
Escrevinhando cada linha

Percussionando a matemática
Trazendo-nos a campainha
Quem sabe até melodramática


Faroberto

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Muracanis Corvardialis

De covardia essa carne esta embebida
Surdinamente adentrou mas sem alarde
Que nem menina qual sapato a que decida
Casou com braba pra pegar logo um green card

Demorou mais que gestação de elefante
Gestação de gêmeos paquidermes
Sendo essa especialidade infante
Aqui logo carne fresca ataca em vermes

Nunca mais ponha culpa nos nenês
Vem tomado pelo medo mês a mês 
Lá são dois agora aguente esses três!

Honre o taco ou tiro o copo sem porquês
Convite aceito até agora é o que fez
Falta honrar esse taquinho japonês 

André 

O cara que minha douda mana pega

Meu queridíssimo Renato
Tanta merda passamos juntos
Tantos e tão loucos assuntos
Que a ti sou muito grato.

Por isso palavras me faltam
Ante a dor que nos integra
Tu, que me entrista e alegra,
Por quem minhas veias saltam.

Tu, muito me dói dizer isso,
Mas, hoje, és o meu enguiço
Cago de rir de ti e isso me dói.

A pomadinha hoje é meu herói.
Já nem te chamo mais cunhado,
Agora, meu hemorroidanhado.



(Poema de boas-vindas ao subitamente intrépido Renato Murakami que aceitou o convite do Poemas Brabos depois de covardes 3 anos)

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Monarquia braba

André é Rei porque está sempre com coroa na cabeça. Jairo é o coroa.

Política Braba

Carlão é FHC: É especialista, mas na hora amarela..
Leandro é o Lula: Popular, cortaria um dedo para ser famoso.
Fábio é o Enéas: Tem cara de louco, é um gênio, mas ninguém da ouvidos pra ele.
Sarah é o Genoino: Manda no Lula.
André é o Marcos Valério: Participa da farra mas acaba sendo o laranja
Jairo é o Maluf: Quando faz algo roubou de alguém!

André